Veja as duas queixas-crime apresentadas por Aldo Hey Neto por notícias com seu nome publicadas no site

Veja aqui a íntegra das duas quiexas-crime apresentadas pelo falso corregedor Aldo Hey Neto sobre postagens que fiz neste site.

Queixa-crime 1.

Queixa-crime 2.

Não publiquei antes porque não pediu. Senão já teria publicado.

Nenhuma das queixas foi recebida ainda. Aldo tentou me transformar em réu no meio da campanha eleitoral e esqueceu que os processos criminais tramitam em sigilo. Mas a artimanha deu certo. Quem pesquisa por nossos nomes encontra com facilidade os processos.

Todos os fatos são referentes a servidores públicos e dizem respeito ao exercício de suas funções. Por isso, admitem exceção da verdade, que será apresentada no momento em que for possível apresenta-as em ambos processos.

Quanto a prisão do Aldo em Santa Catarina, existe a exceção de notoriedade, que também será apresentada nos processos. O próprio Aldo vem tentando a tempos remover notícias sobre sua prisão de outros veículos. Sem sucesso. Até hoje, Aldo não teve nenhum pedido atendido.

É mais difícil fraudar processos judiciais do que protocolos administrativos.

Embora o novo processo movido por Aldo tenha sido cadastrado falsamente como em segredo de justiça , o Projudi não esconde o processo das partes como Aldo conseguiu fazer com o protocolo administrativo.

É muito mais difícil violar o contraditório e cercear a defesa em processo judicial do que em protocolo administrativo.

Aldo esqueceu que quando imposta astreintes em cautelar antecipatória, o mesmo valor se aplica em sentido reverso no caso da improcedência do pedido. No mesmo montante e na mesma proporção que seria aplicada se a astreinte fosse descumprida.

Se for atendida sua demanda cautelar para remoção do conteúdo e, no final, julgado improcedente o pedido, Aldo terá de pagar R$ 1.000,00 por dia em que o conteúdo permaneceu excluído durante o curso do processo. Sem contar, ainda, a reconvenção que será apresentada, cobrando de Aldo a indenização pelos ilícitos que ele mesmo cometeu por ter sido designado de forma ilegal para compor a comissão sindicante e atuar com interesse direto na matéria da sindicância sem se declarar suspeito.

Isso tudo enfrentar ainda uma nova acusação de associação criminosa, com abuso de autoridade, usurpação de função pública, fraude processual e articulação entre outros servidores para acobertar seus atos ilícitos.

SID 17.467.437-0.

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