Paraná vacina com 1º dose 90% da população

O Paraná alcançou neste sábado (4) a marca de 90% da população adulta imunizada com a primeira dose (D1) ou dose única (DU) do imunizante contra a Covid-19. Os dados são do Vacinômetro nacional.

Ao todo 11.181.248 doses foram aplicadas, sendo 7.543.480 D1, 320.352 DU e 3.318.287 segundas doses (D2).

O marco foi atingido 18 dias após o Estado chegar nos 80% da população adulta, em 17 de agosto. A meta programada para o fim do mês foi adiantada em duas semanas. Agora, a expectativa do Governo do Estado é chegar em 100% da população acima de 18 anos com pelo menos uma dose, até 30 de setembro.

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, não descarta a possibilidade de o Paraná adiantar a meta mais uma vez. “Sem dúvidas com a chegada de mais doses, estimada pelo Ministério da Saúde, o Paraná tem condições de adiantar esse prazo assim como já fez em agosto. Contamos com o apoio dos municípios para salvarmos vidas”, disse.

SEGUNDA DOSE – O Estado também atingiu um número importante nesta sexta-feira (3). Mais de 40% da população adulta já está completamente imunizada com duas doses ou com a DU.

AEN.

Hora da morte é tarde para pedir vacina

“Estou recebendo pessoas jovens e saudáveis no hospital com infecções muito graves por Covid. Uma das últimas coisas que eles fazem antes de serem intubados é implorar pela vacina. Eu seguro as mãos deles e digo que sinto muito, mas é tarde demais.”

O relato é de Brytney Cobia, médica no Alabama, que escreveu um post em suas redes sociais contando como tem sido seu dia a dia na “pandemia dos não vacinados” –como tem sido chamada a atual fase nos EUA, na qual há vacinas suficientes para todos, mas muita gente rejeita o imunizante.

Tribuna.

Variante delta da Covid ameaçam fim da pandemia após vacinação

Relatório do governo dos EUA mostrou que [a variante] delta se espalha muito mais rápido, tem maior probabilidade de infectar vacinados e pode desencadear doenças mais graves nas pessoas não vacinadas em comparação com todas as outras variantes de coronavírus conhecidas.

‘Tão contagiosa quanto a catapora’

No documento, o órgão adverte que a variante delta é altamente infecciosa e argumenta que os funcionários do governo devem “reconhecer que a guerra mudou”, considerando quão perigosa ela é.

O documento do CDC baseia-se nos dados de um surto de coronavírus em um condado do Estado de Massachusetts.

Segundo o órgão do governo americano, foi verificado que infecções em pessoas vacinadas podem produzir cargas virais semelhantes àquelas que não foram vacinadas e estão infectadas com a variante.

Segundo o relatório, a variante delta é mais transmissível do que outros vírus da família dos coronavírus, como Mers e Sars, bem como Ebola e varíola, além do resfriado comum ou da gripe sazonal.

O CDC acrescenta que a infecção com a variante delta produz uma quantidade de vírus nas vias aéreas dez vezes maior do que a observada em pessoas infectadas com a variante alfa (inicialmente detectada no Reino Unido), que também é altamente contagiosa, aponta o documento.

Um estudo recente mostrou que a quantidade de vírus em uma pessoa infectada com delta é mil vezes maior do que a observada em pessoas infectadas com a versão original do vírus.

O CDC já havia confirmado que pessoas vacinadas infectadas pela variante delta carregam tanto vírus no nariz e na garganta quanto as não vacinadas e podem espalhá-lo com a mesma rapidez, no entanto, com menos frequência.
No documento, o CDC ressalva que, embora as vacinas previnam mais de 90% das doenças graves, as características perigosas dessa variante sugerem que os imunizantes podem ser relativamente menos eficazes na prevenção de infecções ou transmissão.

G1.

Alegria com o Dólar não dura 24h

Após um sequência de baixas no final de junho, o Dólar voltou a subir forte nesta segunda-feira.

A moeda norte-americana encerrou a sessão em alta de 2,63%, cotada a R$ 5,2501.

A alta está atrelada aumento nos casos globais de Covid-19 e novas preocupações sobre a desaceleração do crescimento econômico. Além da chamada estagflação: baixo crescimento econômico com preços mais altos. O quê coroe o poder e compra diante da ausência do aumento da oferta de produtos e serviços.

Dólar baixa e economia dá sinais de melhora

Conforme a vacinação contra o COVID-19 avança e o número de casos graves diminui, dois dos principais indicadores econômicos do País mostram que a economia já dá sinais de melhora.

O Dólar, principal moeda estrangeira e base para a valoração de matérias primas e equipamentos importados, atingiu o menor valor no ano, R$ 4,91. Enquanto o IGP-M, índice que mede a evolução dos preços para a indústria, atingiu o valor de 0,6%. Ambos no final do mês de junho.

Projeções, como a divulgada no Relatório de Mercado Focus, indicam uma elevação da expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto – PIB de 5,18% para elevação de 5,26% em 2021. Confirmando que, tanto na economia como na saúde, a melhor solução é a vacina.

Marcha da insensatez

Mais de mil pessoas foram dispersadas em festas que ocorreram em um único final de semana em Curitiba.

É como se o Coronavírus não resistisse ao álcool, às drogas e ao frio.

De olho nesse pessoal despreocupado, donos de estabelecimentos vendem bebidas falsificadas. Não se preocupam com a segurança contra incêndios. Trancam as portas de emergência com cadeados e causam tragédias como a que aconteceu na Boate Kiss.

Se não há cuidado de quem frequenta, não há cuidado por parte dos responsáveis pelas novas Coronafest.

Ninguém usa máscara segurando uma cerveja na mão, trancado em um galpão ouvindo música alta, fugindo da chuva e do frio.

A estratégia foi o contágio

Conforme a CPI do Covid avança fica cada vez mais claro que a estratégia adotada pelo Governo Federal para atingir a suposta imunidade de rebanho foi o alastramento pelo contágio.

O Governo Federal investiu deliberadamente no espalhamento do vírus, disseminando mentiras como a Cloroquina e o tratamento precoce como uma forma de encorajar a circulação das pessoas maximizando a disseminação do vírus, em busca deliberada do contágio.

O Brasil foi o único país do mundo a negar a eficácia de vacinas a nível de Governo. O que demonstra a profundidade do abismo no qual os brasileiros foram jogados.

Hoje, com mais de meio milhão de mortos e concentrando apenas 2,5% da população mundial, o Brasil segue lamentavelmente a tendência em se tornar o país com mais mortes causadas pela epidemia do Coronavírus do mundo. Resultado da tragédia deliberadamente construída pelo Governo Federal.

A estratégia de adotar a disseminação do vírus para atingir a imunidade de rebanho deu errado porque faltou conhecimento e inteligência no Governo Federal.

Cuida-se, hoje, e leva-se mais a sério a saúde do rebanho bovino no Brasil do que a saúde e a segurança do cidadão.

Imagem: Jornal da Nova, Redação.

Fila por leitos COVID volta a subir no Paraná

Após uma redução acentuada no mês de abril, a fila de espera para leitos de enfermaria e UTI para tratamento da Coviud-19 voltou a subir no Paraná.

O número de pacientes aguardando tratamento já é igual ao período no qual o Governo do Estado intensificou a abertura de novos leitos de UTI, convertendo, inclusive, leitos de pronto-atendimento em leitos COVID.

O aumento da fila em um momento em que se espera a chegada da variante Indiana no Brasil acende o alerta para uma situação desastrosa, com o aumento de novos casos e a falta de leitos médicos para tratamento da COVID.

Informações: Secretaria da Saúde / Bem Paraná.

Receita Estadual contrata desenvolvedora de sites para auditoria de segurança sanitária em meio à pandemia

A Receita Estadual do Paraná contratou, por meio de contrato celebrado no dia 3 de maio, uma empresa de desenvolvimento de sites para certificar as condições sanitárias e de boas práticas de higiene a serem implementadas em diversas repartições administrativas da Receita Estadual do Paraná, visando a retomada do atendimento presencial .

O procedimento, no entanto, não conta com nenhuma inspeção sanitária ou participação de agentes de saúde. Não conta com a participação da Vigilância Sanitária e não é coordenado pela Secretaria da Saúde do Paraná. Conta apenas com um único totem de álcool-gel (sem álcool) instalado em cada Agência da Receita Estadual, material publicitário e o que pode ser chamado de “falsa auditoria”, mediante um procedimento denominado autocertificação.

Pelo hotsite da campanha e pelos 11 “kits de comunicação” que, somados, incluem 11 totens de álcool-gel (sem alcool), 55 displays de mesa, 140 placas em tamanho A4 e 60 adesivos “Local-Confiável”, além da falsa auditoria sanitária, a empresa recebera R$ 44 mil.

O contrato inclui ainda o serviço de monitoramento que, de acordo com o contrato, não será realizado pela empresa. É a chamada “externalização” da obrigação principal. Na qual o Estado paga, e a empresa recebe, por um serviço que será prestado pelo cidadão.

A autocertificação privada em matéria de saúde, higiene e condições de trabalho viola o Código de Saúde do Estado (Decreto º 5.711/2002), com o objetivo de induzir o servidor e os usuários do serviço público à falsa sensação de segurança. Justamente em um momento de agravamento do risco de contágio pelo novo Coronavírus com a variante P1.

“Art. 101. A Vigilância em Saúde do Trabalhador compõe um conjunto de práticas sanitárias, articuladas supra-setorialmente, e compreende uma atuação contínua e sistemática, ao longo do tempo, no sentido de detectar, identificar, conhecer, pesquisar e analisar os fatores determinantes e condicionantes dos agravos à saúde relacionados aos processos e ambientes de trabalho, em seus aspectos tecnológicos, social, organizacional, epidemiológico, com a finalidade de planejar, executar e avaliar intervenções sobre estes aspectos, de forma a eliminá-los ou controlá-los.””

“Art. 103. Compete às Secretarias Municipais de Saúde:

I. elaborar diagnóstico referente à saúde do trabalhador, compreendendo identificação por: atividade econômica, grau de risco, número de empresas, número de trabalhadores expostos, dados de morbi-mortalidade, com a finalidade de estabelecer diretrizes para a política e planejamento das ações para a saúde do trabalhador;

II. realizar ações de vigilância nos ambientes e processos de trabalho, compreendendo a identificação das situações de risco e a tomada de medidas pertinentes para a resolução da situação e a investigação epidemiológica.

O selo “Local-Confiável” invade ainda competência do Comitê de Gestão de Crise criado pelo Governo para coordenar e normatizar as ações de vigilância referente ao risco de infecção pelo novo Coronavírus (Decreto 4.259/20).

“Art. 1.º Fica instituído o Comitê de Gestão de Crise Interinstitucional para definição de um plano de ação, prevenção e de contingência em resposta a pandemia de coronavírus – COVID-19, com o objetivo de dar suporte às decisões do Poder Executivo.”

“§ 2º A coordenação e a secretaria executiva do Comitê ficarão sob a responsabilidade da Secretaria de Estado da Saúde, a quem compete a organização e normatização de ações de prevenção, vigilância e controle referentes a infecção humana pelo coronavírus.”

Embora possa parecer uma iniciativa inconsequente, o selo, baseado em uma falsa auditoria sanitária, representa um risco à saúde do usuário do serviço público e, principalmente, representa um risco à saúde de todo servidor.

Professores são prioridade em projeto de lei sobre vacinação no Paraná

Dois projetos de lei foram propostos na Assembleia Legislativa o Paraná – ALEP sobre a a inclusão de professores no grupo prioritário para a vacinação contra a COVID.

O primeiro, de autoria do Deputado Tadeu Veneri (PT), inclui professores e trabalhadores da educação no grupo prioritário da 1º fase da vacinação.

O segundo, de autoria do Deputado Plauto Miró (DEM) dispõem sobre a vacinação de professores, profissionais que atuam no ensino e na segurança pública.

Proibição

Outro projeto, proposto pelo Deputado Ricardo Arruda (PSL) dispõem sobre a proibição da obrigatoriedade da vacina, que, na proposta do Deputado, deve depender do consentimento de cada um e ser opcional.