Nova variante evidencia pandemia sem fim

A nova variante do Coronavírus, batizada de Variante Omicron pela Organização Mundial da Saúde- OMS, evidencia como a pandemia do Coronavírus não terá um fim.

Coronavírus, com o tempo, se transformará em algo como a Gripe: uma doença respiratória ocasionada por uma miríade de cepas virais extremamente contagiosas que, em determinadas situações, pode ser letal. Mas não letal o suficiente para justificar um lockdown permanente ou restrições sem fim.

Assim como a Gripe e outras doenças contagiosas, precisamos aprender a conviver com o vírus. Precisamos repensar hábitos coletivos de transporte e trabalho em ambientes compartilhados. Tornar o uso de máscaras em ambientes coletivos fechados um habito e, principalmente, nunca mais abandonar o álcool em gel.

Higiene, assim como aconteceu com o lavar das mãos no combate às infecções hospitalares, é e será cada vez mais importante no combate à vírus e superbactérias. Seja o Coronavírus ou outro vírus qualquer que ainda está por vir.

Pfizer terrorista

A proposta da Pfizer para que fabricantes brasileiros possam fabricar remédio contra Covid no Brasil que só poderão ser exportadas e não vendidos para o mercado nacional é motivo suficiente para invadir e queimar suas fábricas. É terrorismo corporativo contra um país castigado pela pandemia, mascarado colonialismo como acordo comercial privado.

Privar um país que fabrica um medicamento do seu próprio uso é imensuravelmente vil e demonstra de forma perfeitamente didática como a saúde deve ser pública e nunca pode ser tratado como mercadoria restrita à iniciativa privada.

Recusar a venda a comprador Brasileiro de produto fabricado no Brasil é uma prática absurda e abusiva, proibida pelo código do de defesa do consumidor:

Art. 39. É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas:

IX – recusar a venda de bens ou a prestação de serviços, diretamente a quem se disponha a adquiri-los mediante pronto pagamento, ressalvados os casos de intermediação regulados em leis especiais;

Um acordo privado não se sobrepõem a uma legislação nacional, tenha ou não tenha contexto especial como ocorre com a pandemia.

Um milhão de mentiras

O Facebook e o Instagram informaram nesta quinta-feira (11) que removeram mais de 1 milhão de posts, comentários e stories de suas plataformas no Brasil devido a desinformação sobre a Covid-19 desde o início da pandemia.

A informação foi publicada pelo g1.

Os conteúdos removidos foram classificados pela plataforma como potencialmente causadores de danos ou perigo de violência física “no mundo real”. Algo como que se as redes sociais, na opinião de seus próprios dirigentes, fizessem parte de um universo paralelo, nos quais as informações falsas não removidas causam dano e perigo de violência apenas no metauniverso do qual participam.

Paraná vacina com 1º dose 90% da população

O Paraná alcançou neste sábado (4) a marca de 90% da população adulta imunizada com a primeira dose (D1) ou dose única (DU) do imunizante contra a Covid-19. Os dados são do Vacinômetro nacional.

Ao todo 11.181.248 doses foram aplicadas, sendo 7.543.480 D1, 320.352 DU e 3.318.287 segundas doses (D2).

O marco foi atingido 18 dias após o Estado chegar nos 80% da população adulta, em 17 de agosto. A meta programada para o fim do mês foi adiantada em duas semanas. Agora, a expectativa do Governo do Estado é chegar em 100% da população acima de 18 anos com pelo menos uma dose, até 30 de setembro.

O secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, não descarta a possibilidade de o Paraná adiantar a meta mais uma vez. “Sem dúvidas com a chegada de mais doses, estimada pelo Ministério da Saúde, o Paraná tem condições de adiantar esse prazo assim como já fez em agosto. Contamos com o apoio dos municípios para salvarmos vidas”, disse.

SEGUNDA DOSE – O Estado também atingiu um número importante nesta sexta-feira (3). Mais de 40% da população adulta já está completamente imunizada com duas doses ou com a DU.

AEN.

Hora da morte é tarde para pedir vacina

“Estou recebendo pessoas jovens e saudáveis no hospital com infecções muito graves por Covid. Uma das últimas coisas que eles fazem antes de serem intubados é implorar pela vacina. Eu seguro as mãos deles e digo que sinto muito, mas é tarde demais.”

O relato é de Brytney Cobia, médica no Alabama, que escreveu um post em suas redes sociais contando como tem sido seu dia a dia na “pandemia dos não vacinados” –como tem sido chamada a atual fase nos EUA, na qual há vacinas suficientes para todos, mas muita gente rejeita o imunizante.

Tribuna.

Variante delta da Covid ameaçam fim da pandemia após vacinação

Relatório do governo dos EUA mostrou que [a variante] delta se espalha muito mais rápido, tem maior probabilidade de infectar vacinados e pode desencadear doenças mais graves nas pessoas não vacinadas em comparação com todas as outras variantes de coronavírus conhecidas.

‘Tão contagiosa quanto a catapora’

No documento, o órgão adverte que a variante delta é altamente infecciosa e argumenta que os funcionários do governo devem “reconhecer que a guerra mudou”, considerando quão perigosa ela é.

O documento do CDC baseia-se nos dados de um surto de coronavírus em um condado do Estado de Massachusetts.

Segundo o órgão do governo americano, foi verificado que infecções em pessoas vacinadas podem produzir cargas virais semelhantes àquelas que não foram vacinadas e estão infectadas com a variante.

Segundo o relatório, a variante delta é mais transmissível do que outros vírus da família dos coronavírus, como Mers e Sars, bem como Ebola e varíola, além do resfriado comum ou da gripe sazonal.

O CDC acrescenta que a infecção com a variante delta produz uma quantidade de vírus nas vias aéreas dez vezes maior do que a observada em pessoas infectadas com a variante alfa (inicialmente detectada no Reino Unido), que também é altamente contagiosa, aponta o documento.

Um estudo recente mostrou que a quantidade de vírus em uma pessoa infectada com delta é mil vezes maior do que a observada em pessoas infectadas com a versão original do vírus.

O CDC já havia confirmado que pessoas vacinadas infectadas pela variante delta carregam tanto vírus no nariz e na garganta quanto as não vacinadas e podem espalhá-lo com a mesma rapidez, no entanto, com menos frequência.
No documento, o CDC ressalva que, embora as vacinas previnam mais de 90% das doenças graves, as características perigosas dessa variante sugerem que os imunizantes podem ser relativamente menos eficazes na prevenção de infecções ou transmissão.

G1.

Alegria com o Dólar não dura 24h

Após um sequência de baixas no final de junho, o Dólar voltou a subir forte nesta segunda-feira.

A moeda norte-americana encerrou a sessão em alta de 2,63%, cotada a R$ 5,2501.

A alta está atrelada aumento nos casos globais de Covid-19 e novas preocupações sobre a desaceleração do crescimento econômico. Além da chamada estagflação: baixo crescimento econômico com preços mais altos. O quê coroe o poder e compra diante da ausência do aumento da oferta de produtos e serviços.

Dólar baixa e economia dá sinais de melhora

Conforme a vacinação contra o COVID-19 avança e o número de casos graves diminui, dois dos principais indicadores econômicos do País mostram que a economia já dá sinais de melhora.

O Dólar, principal moeda estrangeira e base para a valoração de matérias primas e equipamentos importados, atingiu o menor valor no ano, R$ 4,91. Enquanto o IGP-M, índice que mede a evolução dos preços para a indústria, atingiu o valor de 0,6%. Ambos no final do mês de junho.

Projeções, como a divulgada no Relatório de Mercado Focus, indicam uma elevação da expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto – PIB de 5,18% para elevação de 5,26% em 2021. Confirmando que, tanto na economia como na saúde, a melhor solução é a vacina.

Marcha da insensatez

Mais de mil pessoas foram dispersadas em festas que ocorreram em um único final de semana em Curitiba.

É como se o Coronavírus não resistisse ao álcool, às drogas e ao frio.

De olho nesse pessoal despreocupado, donos de estabelecimentos vendem bebidas falsificadas. Não se preocupam com a segurança contra incêndios. Trancam as portas de emergência com cadeados e causam tragédias como a que aconteceu na Boate Kiss.

Se não há cuidado de quem frequenta, não há cuidado por parte dos responsáveis pelas novas Coronafest.

Ninguém usa máscara segurando uma cerveja na mão, trancado em um galpão ouvindo música alta, fugindo da chuva e do frio.

A estratégia foi o contágio

Conforme a CPI do Covid avança fica cada vez mais claro que a estratégia adotada pelo Governo Federal para atingir a suposta imunidade de rebanho foi o alastramento pelo contágio.

O Governo Federal investiu deliberadamente no espalhamento do vírus, disseminando mentiras como a Cloroquina e o tratamento precoce como uma forma de encorajar a circulação das pessoas maximizando a disseminação do vírus, em busca deliberada do contágio.

O Brasil foi o único país do mundo a negar a eficácia de vacinas a nível de Governo. O que demonstra a profundidade do abismo no qual os brasileiros foram jogados.

Hoje, com mais de meio milhão de mortos e concentrando apenas 2,5% da população mundial, o Brasil segue lamentavelmente a tendência em se tornar o país com mais mortes causadas pela epidemia do Coronavírus do mundo. Resultado da tragédia deliberadamente construída pelo Governo Federal.

A estratégia de adotar a disseminação do vírus para atingir a imunidade de rebanho deu errado porque faltou conhecimento e inteligência no Governo Federal.

Cuida-se, hoje, e leva-se mais a sério a saúde do rebanho bovino no Brasil do que a saúde e a segurança do cidadão.

Imagem: Jornal da Nova, Redação.