Um caso a parte

A neutralidade nas eleições de 2022 pelo Governador Ratinho Júnior é uma questão de necessidade estratégica.

Com uma popularidade quase inigualável, Ratinho conquistou o apoio de um grupo grande e heterogêneo. Impossível de se reunir em torno de um só candidato a presidente nas eleições de 2022.

Se apoiar Sérgio Moro, atrairá o ódio dos fanáticos de plantão.

Se apoiar Bolsonaro, afundará no prejuízo da rejeição ao Presidente pelas barbáries que cometeu e ainda vai cometer.

Lula não passa nem de perto do Palácio Iguaçu.

Mas diferente daqueles que acham que neutralidade é o mesmo que estar isolado, por Ratinho esbanjar popularidade, é o candidato a presidente apoiado por Ratinho que se beneficiaria do apoio.

Nenhum dos presidenciáveis trará mais votos para o Governador.

Promessa cumprida

É verdade que a pandemia do coronavírus foi um fator determinante para a adoção do teletrabalho na administração pública do Paraná.

Também é verdade que o teleatendimento e o uso de de soluções digitais de comunicação contribuiram em muito para o bom desempenho dos servidores durante o período de teletrabalho na Administração pública Estadual.

Mas a pandemia uma hora chegará ao fim e, ainda com um ano de mandato, o Governador Calros Massa Ratinho Júnior cumpriu com uma importante promessa que constava em seu plano de governo durante as eleições: a adoção de novas modalidades de trabalho e o uso de tecnologia da informação para aumentar a produtividade da Administração.

Essa promessa foi cumprida com a regulamentação do teletrabalho no Poder Executivo estadual.

Pelo Decreto, a adoção da nova modalidade, prevista em uma lei sancionada em 2018, dependerá da adesão de cada órgão ou unidade e fica restrito às atribuições em que seja cabível e possível mensurar metas, resultados e desempenho. Mas, com o decreto, não é mais possível jogar a culpa pela não adoção do regime à falta de regulamentação. Fica fácil, a partir de agora, ver quem joga contra o servidor.

É a excelência na administração e o cumprimento de propostas como essa que fazem do Governador Carlos Massa Ratinho Júnior um dos governador mais bem avaliado do Brasil, com 66,1% de aprovação.

Ipec confirma Sérgio Moro como terceira via em 2022

O resultado da pesquisa divulgada nesta terça-feira pelo Ipec para as eleições presidenciais de 2022 confirma o terceiro lugar para o ex-Juiz Sérgio Moro em 2022. O estudo foi feito entre 9 a 13 de dezembro e ouviu 2.002 pessoas em 144 municípios.

Embora terceira-via não signifique terceiro lugar, mas sim um terceira opção na corrida eleitoral, as intenções de voto no ex-Juiz confirmam sua preferência pelo eleitor.

Sérgio Moro (Podemos) tem menos intenções de voto do que Lula (PT, 48%) e e Jair Bolsonaro (PL, 21%), mas segue na frente de outros nomes como Ciro Gomes (PDT, 5%) e João Dória (PSDB, 2%).

Mesmo com poucas chances de chegar ao 2º turno das eleições no cenário atual, Sérgio Moro indica sua consolidação como terceira opção nas eleições de 2022.

Deltan Dallagnol não responde a processo disciplinar

O ex-Procurador federal e ex-coordenador da autodenominada Operação Lava-Jato, Deltan Dallagnol, não respondia a nenhum processo disciplinar no Conselho Nacional do Ministério Público quando deixou a carreira de Procurador Federal. A informação é da Corregedoria Nacional do Ministério Público Federal.

“Diante do solicitado, informo que em 4 de novembro de 2021, haviam 11 processos em tramitação na Corregedoria Nacional, sendo 10 Reclamações Disciplinares e 1 Sindicância.”

Sindicância é a fase instrutória de uma espécie de investigação administrativa que pode levar ou não à instauração de um processo disciplinar. Reclamação Disciplinar, por sua vez é uma espécie de denúncia ou pedido de providências encaminhado por alguém à Corregedoria do Ministério Público que pode ou não justificar a instauração de uma Sindicância. Somente o processo disciplinar já instaurado e ainda não concluído é que levaria à inelegibilidade do ex-Procurador.

Deltan candidato

A eminente saída do procurador Deltan Dallagnol do Ministério Público Federal – MPF para concorrer ao cargo de Deputado Federal ao lado, e pelo mesmo partido, que o ex-juiz Sérgio Moro escancara algo muito errado que ainda há no Brasil: o conluio entre juiz e promotor para prejudicar o direito de defesa do réu.

Foi assim com a Lava-Jato e é assim com outros processos penais no Brasil.

Ministério Público fabrica provas, distorce os fatos, constrói narrativas, força delações, tudo sob orientação de um juiz que não julga um processo. Em vez de julgar de forma isenta e imparcial, participa lado a lado e orienta a acusação. É participe de um teatro arranjado. É tudo, mas não é juiz.

Isso demostra como não existe justiça no Brasil, séria e imparcial para todos, enquanto não for posto em prática o Juiz de Garantias, aprovado e sancionado, mas suspenso pelo Supremo Tribunal Federal.

O consórcio lavajatista formado entre acusação e juiz demostra com clareza essa grave falha processual.

Um ex-juiz e um ex-procurador concorrendo juntos, a dois cargos políticos pelo mesmo partido, evidencia o quanto corrompida e politico-partidária foi aquela que se afirmava ser a maior operação de combate a corrupção no Brasil.

A Lava-Jato sempre foi um partido. A diferença agora é que para angariar votos precisa seguir as regras da disputa eleitoral.

Alvaro Dias erra ao investir em Sérgio Moro como opção eleitoral

Não é de agora que o Senador Alvaro Dias tem dificuldade em ler prospecções eleitorais.

Foi assim na campanha de 2018, quando saiu candidato a presidente praticamente sem nenhuma presença na campanha eleitoral dos candidatos de seu partido no seu estado, o Paraná.

A ausência do parlamentar e a sua resistência em passar uma imagem descontraída, exigindo que candidatos aliados removessem fotos de mídias sociais, rendeu a Dias uma votação 38% menor do que a do caricato Cabo Daciolo, ficando em 9º lugar.

Com o ex-juiz e ex-Ministro da Justiça Sérgio Moro nada indica que será diferente.

Moro ainda tem prestígio entre os setores mais endinheirados que nutriram o ódio ao petismo no Paraná, mas a dificuldades econômicas que o país e a população vivem já deixou o combate a corrupção de lado entre as prioridades dos eleitores com potencial para decidir uma eleição.

Moro deixou o país na dificuldade e foi viver nos Estados Unidos e isso indica como Moro é ausente no dia a dia político do país.

Eleger um presidente gringo, ou um que não se apreça para abandonar o país em que nasceu, é um erro evidente que nem mesmo os mais endinheirados empresários que possuem seu capital no Brasil estarão dispostos a correr.

Quando a realidade eleitoral bater à porta e pessoas reais forem bombardeadas com mentiras e promessas, Sérgio Moro será lembrado como o juiz parcial que acabou com a carne e com o combustível baratos no Brasil. Traiu o presidente Bolsonaro e prendeu um candidato político durante uma eleição. Sempre com o dois olhos muito fixos na sua própria eleição presidencial.

O brasileiro tolera a corrupção, mas a o povo, a massa, não tolera o homem engravatado que tem horror a pobre e só aparece em época de eleição.

Câmara dos Deputados garante que loucura não será motivo para inelegibilidade em 2022

Dispositivo foi incluído no projeto que institui o novo Código Eleitoral e que, se aprovado a tempo, valerá para eleições de 2022.

Imagem: Blog do Briguilino / Blogspot.

Um dispositivo pra lá de inusitado foi incluído no projeto de lei que institui o novo Código Eleitoral.

É a previsão de que a eventual insanidade mental do candidato em nenhuma hipótese levará a inelegibilidade. Mesmo que o cidadão tenha sido interditado para a vida civil, esteja inimputável e não possa, por exemplo, comprar um apartamento ou dirigir um carro.

É o marco eleitoral da insanidade.

Há quem possa pensar que o dispositivo foi escrito especialmente para o presidente Jair Bolsonaro.

Norte pioneiro lança pré-candidatura de Guto ao Senado

Em seu discurso na tarde desta quarta-feira, dia 25, durante evento em Carlópolis, o secretário estadual de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, ao mencionar o Chefe da Casa Civil, Guto Silva, o chamou de senador. Antes, em entrevista ao npdiario, o deputado Alexandre Curi (PSB), antecipou que apoiará o amigo para a câmara alta. Mas, coube ao presidente da Associação dos Municípios do Norte Pioneiro, Hiroshi Kubo(PSD) lançar a pré-candidatura do jovem de Pato Branco ao Senado.

Com entusiasmo, o prefeito de Carlópolis disse que a região já está trabalhando nesses sentido.

Consultado antes do evento, Guto admitiu que tem sido procurado por lideranças de todos os segmentos pedindo que concorra ao cargo, que terá apenas uma vaga disponível, com a saída de Álvaro Dias. O mandato é de oito anos, o maior do país. O pleito está marcado para o dia dois de outubro de 2022.

“Prefeitos e vereadores principalmente têm me procurado, mas quem decidirá será o governador Carlos Massa Ratinho Junior”, assinalou para a reportagem.

O encontro de manhã foi para discutir Angra Doce , projeto que abrange cinco municípios paranaenses (Ribeirão Claro, Carlópolis, Jacarezinho, Siqueira Campos e Salto do Itararé) e dez paulistas (Barão de Antonina, Bernardino de Campos, Canitar, Chavantes, Fartura, Ipaussu, Itaporanga, Piraju, Ourinhos e Timburi). À tarde, foi da Amunorpi, no mesmo local, na Marina Ilha Bela.

O secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, sorria satisfeito toda a vez que se comentou a possibilidade do desafio do colega da Casa Civil.

Pessoas próximas como Juarez Leal Daio, coordenador regional da Casa Civil, e Cassiano Tomaz Salvador, Sub Chefe, só têm elogios ao colega.

Professor universitário, Guto está em seu segundo mandato, é casado com Karina Amadori, tem um casal de filhos, Mariana e Francisco, e iniciou a carreira política como vereador de Pato Branco em 2008.

A primeira vez que admitiu publicamente concorrer foi também no Norte Pioneiro, em Jacarezinho.

Guto é empresário, atuando na área de comércio exterior, rede de varejo e franquias, consultor internacional de empresas, do Sebrae/PR. Como trader e consultor internacional de negócios já esteve em mais de 65 países na Ásia, África, América do Sul, América Central e do Norte, Europa e no Oriente Médio, desenvolvendo canais de abastecimento e estruturação de projetos e realizando negociações comerciais. Morou na Inglaterra, Portugal e Espanha e foi coordenador do CDTIS (Centro de Desenvolvimento de Inovação do Sudoeste).

É graduado em Administração com habilitação para Comércio Exterior, Pós-Graduado em Gestão de Recursos Humanos e tem MBA em Gestão de Negócios pela FAE Business School. Atualmente faz doutorado em Gestão de Negócios pela Universidade Nacional de Misiones/Argentina e também tem Pós-MBA em TrendsInnovation, pela Inova Business School.

Como professor universitário de graduação e pós-graduação, teve artigos e livros utilizados como bibliografia da área internacional e foi citado em mais de 1.000 pesquisas de produção acadêmica, publicou dois livros pela editora Aduaneiras: Logística no Comércio Exterior e Gestão Global.

Iniciou a carreira política em Pato Branco, em 2009, quando foi eleito vereadoro mais votado do município naquela eleição. Exerceu o cargo de subchefe da Casa Civil do Governo do Paraná de 2012 a 2014. Foi eleito deputado estadual em 2014, com 45.313 votos pelo PSC, e reeleito em 2018, pelo PSD, com 66.412 votos, o mais votado do seu partido.

Ainda em seu primeiro mandato, de fevereiro de 2017 a dezembro de 2018, ocupou a vice-presidência da Assembleia Legislativa do Paraná, presidente da Frente Parlamentar de Defesa do Comérciopresidente da Câmara de Comércio Paraná-Rússia e coordenador da Bancada Digital. . Assumiu interinamente a presidência da Casa em 2018, com a licença temporária do titular, deputado Ademar Traiano. Com a eleição de Carlos Massa Ratinho Junior (PSD) ao Governo do Estado, Guto foi nomeado secretário chefe da Casa Civil, em 2019.

NPDiário.